A inserção do Brasil no BRIC
Atualmente, estamos observando por parte de nosso governo, cidadãos brasileiros e autoridades, uma falta de mentalidade estratégica em relação ao nosso país. Deve-se levar em consideração que uma visão do futuro para o país é de extrema importância para o desenvolvimento de uma nação de proporções como o Brasil, pois o Brasil é um dos países que obteve uma das menores taxa de crescimento econômico na América Latina. Caso o Brasil deseje crescer economicamente, será preciso estar atento a questões como: Questão Energética, Infra-estrutura e outros.
Há estimativas no qual o Brasil em 2010 passará por uma crise energética caso não amplie sua rede de produção de energia e seria necessário a construção de mais hidroelétricas, termoelétricas e inclusive já está em processo de construção a usina nuclear Angra III. Na questão de Infra-estrutura ocorrem diversos problemas como os gargalos que os produtores sofrem para poder exportar seus produtos, a péssima condição das estradas e portos, como que um país deseja crescer nessas condições?
Uma vez que o nosso país tem uma quantidade de recursos naturais em abundância e já foi classificado como o “celeiro do mundo” por ser líder em exportação e comercialização de alguns produtos entre eles, a soja por exemplo. Salientando também que recentemente o grupo Goldman Sachs denominou para os países Brasil, Russia, India e China com uma nomenclatura de BRIC, que é composto pelos principais países emergentes do mundo. E a Goldman Sachs aponta que em 40 anos essas economias poderão ser as maiores do mundo. Porém para se firmar no grupo existem questões no qual o nosso país precisa estar atento como:
- Universalizar e a melhor difusão da inclusão digital;
- Destaque na união das universidades com as empresas na construção de grandes projetos que podem contribuir para o nosso crescimento;
- Criar uma educação de base com qualidade;
- Buscar um maior crescimento e desenvolvimento economico com sustentabilidade.
Portanto essas são algumas das mais importantes metas na qual o Brasil precisa buscar para se ter um maior destaque entre os membros do grupo.
Em relação aos investimentos diretos estrangeiros é de suma importancia salientar que o Brasil é o país que apresenta o maior indice dos quatro países se analisado o acumulado dos ultimos anos como é apresentado na figura a seguir:
Para termos de importancia para o país, os investimentos diretos estrangeiros é extremamente importante para a economia do país, podendo assim gerar o aumento da produção e a demanda agregada de diversos setores da economia, tambem devemos considarar o aquecimento e estimulos ao comercio exterior que as empresas passam a exportar mais com seus produtos mais competitivos no mercado internacional.
Concluindo, essa inclusão do Brasil nesse grande grupo ocorreu é claro, porquee nosso país conseguiu se restaurar de crises economicas que ocorreram em nosso passado e nos ultimos anos esta se estabelecendo cada vez mais como um país em desenvolvimento que tem um grande potencial para que no futuro se torne como uma das nações com uma maior expressividade na economia global.
Valorização do Dólar
Com a recente crise americana dos créditos Sub-prime, está ocorrendo uma perturbação no mercado financeiro. Investidores estrangeiros estão buscando segurança dessa atual crise e assim acabam retirando seus investimentos dos países em desenvolvimento n
o caso, o Brasil. Assim a cotação da moeda americana sobe e a nossa moeda Real acaba se desvalorizando perante o Dólar.
Recentemente o Banco Central brasileiro está realizando leilões de Dólares no mercado para dar uma maior liquidez de acordo com o ministro da fazenda, Guido Mantega. O Banco Central injeta nos cofres dos bancos mais moeda, assim aumentando a oferta da moeda e assim a tendência seria a queda da cotação do Dólar. Porém ainda investidores estão ansiosos para a liberação do pacote financeiro do governo americano na câmara dos deputados (sendo que ele já foi liberado pelos senadores) para salvar os grandes bancos americanos. Portanto, a cotação do dólar poderá subir mais de acordo com a especulação financeira e com a crise mundial, ou despencar como alguns analistas positivos esperam a médio prazo.
Imagens digitais
Imagem digital é uma representação em duas dimensões de uma imagem como um conjunto finito de valores digitais, chamados pixels. A matriz é uma malha, onde cada ponto ou célula é um pixel, com um valor associado a cada ponto.
Esse valor é chamado de intensidade da imagem e representa alguma propriedade, como cor, tonalidade, brilho e outras, ou seja, é como se tivéssemos uma tabela de correspondência do número às várias cores. Uma das formas de representação da imagem digital é por percentagem de três cores: vermelho, verde e azul, conhecido como RGB. Portanto a imagem é guardada numa forma numérica como dados. É bastante usual a imagem digital ser comprimida.
Quanto mais fina a malha for maior será a qualidade da imagem. Também quanto mais possibilidades temos de ter no número em cada pixel, maior será a quantidade de cores que poderemos colocar em cada pixel logo, maior a qualidade da imagem, e por conseguinte, maior será o seu tamanho.
Uma imagem é uma distribuição de propriedades físicas. Enquanto uma imagem branco e preto tem um valor de intensidade a cada ponto, uma imagem colorida tem tres valores associados, um para o vermelho, outro para o verde, e outro para o azul. As imagens radiológicas são imagens analógicas. As imagens em sinais de vídeo também são sinais analógicos, em que a voltagem varia suavemente quando o brilho da imagem é varrida no rastreio das linhas horizontais. Estas imagens analógicas não podem ser diretamente tratadas por computador, pois os computadores trabalham com números. Se convertido para uma forma digital, a imagem pode ser modificada de várias maneiras, e, se necessário, armazenada em um computador, antes de ser apresentada em um monitor ou impressa. Desta maneira estruturas vasculares podem ser destacadas por subtração, fraturas podem ser destacadas por realce de bordas, e tecidos moles podem ser destacados escolhendo-se os valores máximos e mínimos a serem graficados
“Bar Bodega”
O livro “Bar bodega. Um crime de imprensa”, do repórter da TV Globo Carlos Dorneles, eleva uma série de questões sobre a imprensa, e o sistema judiciário brasileiro.
Em Agosto de 1996, dois jovens de classe média paulistana foram mortos num assalto no “Bar Bodega. O caso gerou imediata comoção popular e midiática. O crime só veio colocar lenha na fogueira. A imprensa passou a divulgar todo crime, até aqueles ocorridos nas cidadezinhas do interior, que não costumavam nem sair num canto de pagina de um jornal ou se quer comentários no noticiário. A família de uma das vítimas criou o movimento “Reage SP”, que hoje se perguntarmos ninguém nem sabe sobre tal.A polícia depois de ter praticado humilhações e espancamentos “debaixo dos panos” apresenta os acusados como réus confessos. A mídia sem pestanejar aceita passivamente a versão oficial sem a preocupação de averiguar, justificando o subtítulo do livro de Dorneles, como “um crime de imprensa”. Sendo assim tiveram as confissão dos jovens, todos eles inocentes, mas obrigados a falarem por medo e logo depois por pressão e humilhação dos meios de comunicação de massa.
A atuação da imprensa nesse caso foi muito vergonhosa. Sensacionalistas e linchamento público somente o que se via. A colunista da Folha, Bárbara Gancia, escreveu essa pérola de humanidade sobre os então acusados pelo crime na Bodega: “São veneno sem antídoto, nenhum presídio recuperaria répteis dessa natureza. “A vontade de qualquer pessoa normal é enfiar um cano de revólver na boca dessa sub-raça e mandar ver”.
Se não fosse à interferência de um audacioso promotor público, eles, possivelmente, encontravam-se até hoje na prisão. Quando o promotor soltou os inocentes, a mídia o linchou publicamente. Mas foi obrigada a engolir em seco quando os verdadeiros culpados pelo crime foram presos. Mas também não se redimiram pela a vida dos jovens serem irremediavelmente prejudicada, ou seja, o símbolo “balança da justiça” de tal importância e respeito está desregulada e sempre pesa para o lado mais fraco.
No dia a dia, sentimos que muitos jornalistas evocam a liberdade de imprensa para encobrir seus erros. Não acredito que haja liberdade de imprensa, e sim uma ditadura, passamos anos estudando sobre a ética profissional, e não confiar em suas fontes sempre pesquisar e procurar, a saber, mais e mais antes de jogar uma noticia ao vento e quando você lê e vê os jornais cadê? Onde foram parar o que aprendemos e defendemos. Acho que os profissionais da imprensa os delegados, policiais, juízes e até o pessoal do IML do caso bar bodega deveriam ser punidos e impedidos de praticar a profissão como acontecem com outros profissionais de outras áreas. Cada vez mais acredito que códigos de ética é simplesmente uma palavra bonitinha que colocaram no nosso dicionário, mas que infelizmente não existe sentido pra ela no mundo em que vivemos, e infelizmente os que aprendem esquecem seu significado antes de saírem da faculdade e por esses profissionais irresponsáveis ganhamos o título de os “fora da lei”.
A obra deveria ser leitura obrigatória não apenas para jornalistas ou estudantes de comunicação. Mas sim para a população do Brasil, pois é uma importante lição sobre a aceitação, passiva, do noticiário da imprensa. Para formar o espírito crítico, é preciso conhecer como é produzida a notícia.
Heterarquia
Expressão jovem, uma nova apreciação. Ao contrário da hierarquia que calcula por coordenação em níveis, a heterarquia é diferentemente da hierarquia: é uma descentralização. Nos dias de hoje, os debates sobre regulamentação da ocupação de jornalista, despacha paralelamente a essa heterarquia, onde não existiria comando, uma “carência de autoridade” do que poderia estar sendo divulgado e isso sendo trabalhado por qualquer pessoa, jornalista ou não.
Essa detonação de conhecimento que temos por todas as direções, fica complicada evadir dessas originais configurações de jornalismo que passar a existir. É um equívoco, uma atitude democrata de todos se expressarem sobre algum assunto, mas não temos confiabilidade dessas exposições do que seria ou não verdade.
O trabalho jornalístico
Sabemos que o jornalismo em si, consiste em reunir, classificar e dar forma às notícias de interesse público.
O estilo informativo está em relação com o início do jornalismo desde o seu aparecimento. Por isto é considerado por alguns como se fosse o próprio estilo jornalístico. A razão de semelhante confusão reside no fato de alguns considerarem apenas o início da imprensa quando tinha somente a finalidade de informar.
A imprensa progrediu e hoje, para fazer frente ao rádio e à televisão, o jornalismo não pode contentar-se em ser apenas informativo, como era no início. A razão de existir hoje a linguagem jornalística deve-se à razão sentida por alguns escritores que tiveram de adaptar as formas de expressão literária de sua época ao principal objetivo de toda atividade profissional da imprensa ou seja transmitir notícias com eficácia e economia de palavras. Surge, assim, o jornalismo estritamente informativo, o estilo que na verdade estabelece algumas bases diferenciais diante de outros afins.
Para este propósito, geração após geração de jornalistas foi trabalhando e construindo as normas, o código lingüístico peculiar à imprensa. E este código se concebeu, originariamente, para a elaboração de notícias e surgiu o estilo informativo. Sua força é tão poderosa que cria nova forma de expressão literária, com regras que acabam influindo no estilo opinativo. Este abandona seus esquemas anteriores, típicos do gênero literário denominado ensaio, e situam-se como características que o diferenciam dentro da linguagem jornalística.
Partindo da definição do jornalismo popular como uma estratégia mercadológica dos veículos brasileiros o trabalho conclui que a forma como os jornalistas constroem a imagem do seu público define a reconstrução mediática dos acontecimentos. Além dos critérios, também as práticas jornalísticas interferem, portanto, de forma radical no modo como as notícias são apresentadas e, conseqüentemente, no enquadramento da realidade fornecida ao público.
Hipertexto
O hipertexto está relacionado à própria evolução da tecnologia computacional quando a interação passa à interatividade, em que o computador deixa de ser binário rígido e centralizador, para oferecer ao usuário interfaces interativas. O termo interativo já pertencia ao campo das artes quando se propunha intervenção com apreciador, no entanto o termo interatividade passa a se associar a sistemas da informática, por fazer um contraponto à leitura, escrita das metanarrativas.
Desvenda as representações, os processos e os modos de disseminação do conhecimento a partir do computador pessoal, do notebook, do palm, do celular, entre muitas outras possibilidades. Ao cidadão ávido por informação bem apurada, o suporte importa muito menos que ter a notícia ao alcance das mãos, onde e quando precisar. E, de preferência, com um grau de interatividade impensável há poucos anos. Na era digital, tanto o acesso à informação quanto a relação do público com ela está mudando rapidamente.
Em resumo, hipertexto é um texto não-linear, sem ponto fixo de entrada e de saída, sem uma hierarquia pré-determinada, sempre expansível e literalmente sem limite. Em hipertexto os comentários dos leitores podem se incorporar ao texto original, como links, de modo que, em última instância, é de imaginar a possibilidade que haja apenas um hipertexto que abranja todas as informações e todo o conhecimento da humanidade.
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